Braille no Brasil

Conheça mais sobre o Braille no Brasil, sua história e estatísticas desse sistema de escrita revolucionário.

O início

O Braille foi oficialmente introduzido no Brasil em 1854 por esforços de José Álvares de Azevedo, primeiro professor cego do país. José Álvares de Azevedo aprendeu o Braille na França, local ao qual foi enviado por sua família ainda na adolescência. Em 1850, conseguiu uma audiência com o imperador D. Pedro II e dele obteve autorização para fundar uma escola para a educação de cegos, o Imperial Instituto dos Meninos Cegos.

A 1ª escola de cegos

O Imperial Instituto dos Meninos Cegos, fundado em 1854, é atualmente conhecido como Instituto Benjamin Constant (IBC). Além de escola, o IBC é um centro de referência, a nível nacional, para questões da deficiência visual, capacitando profissionais e assessorando instituições públicas e privadas nessa área, além de reabilitar pessoas que perderam ou estão em processo de perda da visão. É localizado no bairro da Urca, no Rio de Janeiro

LBI

A LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão (LBI) estipula políticas para acessibilidade. Dentre elas, a oferta de livros acessíveis em instituições de ensino, seja em braille, livros digitais indexáveis por softwares, audiolivros ou outros formatos possíveis.

Livro Acessível

O portal do livro acessível é uma plataforma on-line criada em linguagem acessível. Recebe pedidos de leitores com deficiência visual e que estejam interessados em comprar obras literárias em formato acessível. Os pedidos recebidos são direcionados às editoras detentoras dos direitos de publicação, que deverão proceder com a produção e a venda dos títulos solicitados.

Braille - Estatísticas

A necessidade de braille ainda é muito grande no brasil e no mundo, em parte por conta de custos. Uma impressora braille custa de R$ 30 mil a R$ 200 mil e é necessário um trabalho cuidadoso de formatação. Cerca de 5% das obras literárias no mundo são transcritas para braille (nos países desenvolvidos). já Nos países mais pobres, essa porcentagem é 1%.

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